Coisas de Abrantes, da comunicação e o que mais se verá. Receptivo a comentários desde que respeitadores.
Terça-feira, 23.06.09

 

O Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos, em parceria com a Câmara Municipal de Abrantes, promove dia 25 de Junho, pelas 18h, na Igreja de Santa Maria do Castelo de Abrantes, uma conferência  proferida pelo arquitecto Carrilho da Graça que irá apresentar o projecto  do futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – MIAA.

 

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Terça-feira, 16.06.09
As inaugurações da “Cidade Imaginária”, do escultor Charters de Almeida, e da exposição “Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte”(MIAA), assinalaram o Dia da Cidade de Abrantes, a 14 de Junho, com as cerimónias a serem presididas pela SE da Cultura, Paula Fernandes dos Santos.

Elevada a cidade a 14 de Junho de 1906, as comemorações deste ano foram marcadas pela temática da cultura, com dois momentos que visaram posicionar Abrantes na rota dos grandes destinos culturais, científicos e pedagógicos.

Com a inauguração da escultura de Charters de Almeida, Abrantes entrou na rota das cidades imaginárias que o escultor tem espalhadas um pouco por todo o mundo, e que, neste caso, significa a conquista do rio pela cidade. A escultura tem numa das suas passagens dez datas significativas para a cidade de Abrantes, começando em 1147, data provável da integração de Abrantes nos territórios conquistados por D. Afonso Henriques e terminando em 2009, data da inauguração da “Cidade Imaginária: Portas e Passagens”. O Presidente da Assembleia Municipal sublinhou que “a arte e as manifestações artísticas fazem a humanidade evoluir”. Para Jorge Lacão, esta escultura vai “ajudar a educar o gosto, ser uma referência e um ponto de memória".

Outro dos momentos altos do Dia da Cidade foi a inauguração, no Museu D. Lopo de Almeida (Castelo) da Exposição de Antevisão do MIAA, uma mostra itinerante que representa o seu “primeiro grande acto promocional”. Trata-se de uma exposição que mostra uma pequena parte das peças da colecção Estrada, que vão constituir as colecções do futuro Museu, nomeadamente as que incluem peças muito importantes no contexto histórico e patrimonial do antigo espaço que hoje conhecemos como Península Ibérica, mas também peças da história grega, romana, fenícia e egípcia. A exposição, patente ao público até 25 de Outubro, apresenta ainda trabalhos das colecções da Pintora Maria Lucília Moita, do Escultor Charters de Almeida e da colecção da própria Câmara.
Com projecto do arquitecto Carrilho da Graça, já aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes ocupará o Convento de S. Domingos, no centro histórico da cidade permitindo “uma afirmação cultural muito forte no contexto regional, nacional e internacional, além da criação de um grande centro cultural que complementará as várias funções do centro histórico, como as residenciais, administrativas e comerciais”, como salientou o Presidente da Câmara. Nelson de Carvalho afirmou que o MIAA será um Museu ”central” na região e que se “juntará a um conjunto de património edificado na orla da Grande Lisboa, que pretendemos efectuar ao nível da Rede Europeia de Museus”.
Para a SE da Cultura projectos como os que veio conhecer a Abrantes trazem uma “valorização” para a sociedade e uma relação “muito forte” com a cultura, a educação e a investigação. Para Paula Fernandes dos Santos grande parte destes projectos “só fazem sentido no pressuposto da sua própria sustentabilidade”.
Luís Oosterbeek, responsável pela coordenação científica, referiu que a constituição de uma equipa de investigação para estudar todas as peças que constituem o acervo do Museu, fará com que o MIAA seja, provavelmente, o Museu criado de raiz em Portugal com maior investigação de base alguma vez feita no país.
 
                                                                                                                        Fernanda Mendes

 

publicado por ruadabarca às 01:35 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Sábado, 13.06.09

As inaugurações da “Cidade Imaginária”, do escultor Charters de Almeida, e da exposição “Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte”(MIAAA), assinalam domingo, em Abrantes, o Dia da Cidade.

Elevada a cidade a 14 de Junho de 1906, as comemorações deste ano são “marcadas pela temática da cultura, com dois momentos que visam posicionar Abrantes na rota dos grandes destinos culturais, científicos e pedagógicos”, afirmou Nelson de Carvalho, o presidente da autarquia.

Segundo o autarca, o escultor Charters de Almeida inaugura domingo a "Cidade Imaginária", uma escultura de grandes dimensões, com 27 metros de altura e orçada em 250 mil euros, erguida na zona do Aquapolis – Parque Urbano Ribeirinho, “junto a um dos locais onde a cidade de Abrantes tem o seu imaginário ligado: o rio Tejo”.

 

“Abrantes entra na rota das cidades imaginárias de Charters de Almeida, esculturas de grandes dimensões que tem espalhadas um pouco por todo o mundo, e que, neste caso, significa a conquista do rio pela cidade, com a criação de um espaço ribeirinho há muito imaginado”, referiu o autarca.

Com inauguração prevista “até 2013”, Nelson de Carvalho afirma que o MIAAA será um Museu ”central” na região e que se “juntará a um conjunto de património edificado na orla da Grande Lisboa”.

“O Museu Ibérico de Abrantes permitirá reforçar este ‘arco patrimonial’, que inclui Sintra, Alcobaça, Batalha, Mafra, Óbidos, Tomar e Almourol, para além de uma integração que pretendemos efectuar ao nível da Rede Europeia de Museus”, concluiu.

 

 

Para Nelson de Carvalho, “outro momento alto” será a inauguração da Exposição de Antevisão do MIAAA, uma exposição itinerante que representa o seu “primeiro grande acto promocional”.

Com um investimento estimado de 12,5 milhões de euros, o MIAAA vai acolher o espólio arqueológico da Fundação Ernesto Estrada, “uma colecção de objectos arqueológicos recolhidos em vários pontos da Península Ibérica ao longo de meio século” por João Estrada, com um centro de investigação, auditório e exposições temporárias e permanentes, “para além de albergar a colecção de arte contemporânea de Lucília Moita e a colecção legada pelo escultor Charters de Almeida”.

“Trata-se de uma exposição que mostra uma pequena parte das peças que vão constituir as colecções do futuro Museu, nomeadamente as que incluem peças muito importantes no contexto histórico e patrimonial do antigo espaço que hoje conhecemos como Península Ibérica, mas também peças da história grega, romana, fenícia e egípcia”, sublinhou.

“Nesta colecção encontramos muitas peças com a escrita tartéssica e que vamos querer decifrar no nosso centro de investigação, que será coordenado por Luís Oosterbeek”, director científico do Museu de Arte Pré-Histórica de Mação, referiu.

Com projecto do arquitecto Carrilho da Graça, já aprovado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes ocupará o Convento de S. Domingos, no centro histórico da cidade, o que, segundo o autarca, “permitirá uma afirmação cultural muito forte no contexto regional, nacional e internacional, além da criação de um grande centro cultural que complementará as várias funções do centro histórico, como as residenciais, administrativas e comerciais”.

publicado por ruadabarca às 14:39 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
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