Coisas de Abrantes, da comunicação e o que mais se verá. Receptivo a comentários desde que respeitadores.
Quarta-feira, 22.07.09

 

O empreendimento de painéis fotovoltaicos e torres eólicas, representando um investimento de 850 milhões de euros e a criação de 1.800 postos de trabalho, 300 dos quais serão engenheiros e investigadores vai instalar-se em Concavada, Abrantes.
O Projecto Integrado de Energia Solar (PIES), investimento da empresa “RPP Solar”, vai agrupar toda a cadeia de produção de energia solar. Será a primeira fábrica no país integradora na área do fotovoltaico, produzindo na íntegra todos os componentes do painel solar. O investimento será distribuído por sete diferentes unidades de produção, nomeadamente painéis fotovoltaicos, painéis térmicos, células, “wafers” e silício de grau solar, pelos centros de distribuição e por um Centro de Investigação e Desenvolvimento. Este Centro terá uma equipa permanente de 50 engenheiros especialistas e investigadores no domínio da energia fotovoltaica.
A produção de painéis fotovoltaicos de última geração, painéis térmicos e silícios de grau solar destina-se fundamentalmente (90%) a exportação. Além da criação de riqueza para Abrantes, a região e o país, o projecto irá contribuir para baixar as importações nesta área de negócio, para reduzir a dependência energética do país e colocar Portugal no mapa dos grandes produtores mundiais de energias renováveis e limpas. O PIES irá utilizar processos produtivos e tecnológicos inovadores, através de parcerias nacionais e internacionais. Utilizará tecnologia da Siemens e terá como parceiro, entre outros, o LNEG - Laboratório Nacional de Energia e Geologia (ex. INETI) e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
A nova unidade ficará instalada num terreno de 82 hectares, com uma área de implantação de 16 hectares, próximo da área da Central Termoeléctrica do Pego.
A escolha do investidor recaiu sobre Abrantes porque a Autarquia criou condições favoráveis à sua instalação, mas também pela proximidade ao rio Tejo, uma vez que a água vai ser necessária à refrigeração do fabrico de painéis solares; a proximidade às acessibilidades e a vizinhança com a Central do Pego, já que a unidade poderá vir a aproveitar o vapor que esta unidade expele para a atmosfera. O investidor, o empresário Alexandre Alves, afirmou que o investimento «vai desenvolver-se em quatro fases, ao longo de três anos, sendo que a primeira fase implica um investimento de 100 milhões de euros, 400 postos de trabalho e deverá ser executada até ao final do ano, permitindo que a fábrica comece imediatamente a laborar». O empresário acrescentou que: «Em três anos queremos estar em velocidade cruzeiro, a produzir 700 megawatts de energia com painéis em linha, ter um volume de facturação de mil milhões de euros e estar no grupo dos cinco maiores produtores de energia limpa do mundo.»
 
Aqui há Sol!
Aqui vão nascer energias renovávies e limpas.

 

publicado por ruadabarca às 02:22 | link do post | comentar | favorito
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