Coisas de Abrantes, da comunicação e o que mais se verá. Receptivo a comentários desde que respeitadores.
Sábado, 05.09.09

 

Tem ligações ao Tramagal a jovem Jornalista Patrícia Matos que substituiu Manuela Moura Guedes na apresentação do “Jornal Nacional” da TVI, sexta-feira, 4 de Setembro.
No auge do polémico afastamento de Moura Guedes, coube a Patrícia Matos a responsabilidade de apresentar o espaço informativo.
Lisboa foi a cidade que a viu nascer mas foi na Vila de Tramagal que Patrícia Matos viveu parte da juventude, onde a família reside. Na Vila Convívio foi colaboradora da Rádio Tágide e do Jornal Abarca. Formou-se em Jornalismo e Comunicação na Escola Superior de Educação de Portalegre. Passou pela Antena 1, onde realizou um estágio curricular. Entrou para a redacção da TVI há dois anos como estagiária, passando depois a trabalhar em regime de contratos a prazo. Até à data, era uma das pivôs de fim-de-semana do canal de informação TVI24.

 

publicado por ruadabarca às 17:26 | link do post | comentar | favorito

"Asfixia democrática é jornalismo sem regras. Já que andam todos com tanta coragem, alguém está disponível para impor responsabilidade? É que é muito bonito viver à pala do ataque gratuito ao poder para parecer jornalista isento, mas o povo não ganha nada com isso".
Paulo Baldaia, director da TSF, "Jornal de Notícias",

 

publicado por ruadabarca às 13:23 | link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito

O ex-editor da TVI Paulo Simão acusou hoje, sexta-feira, José Eduardo Moniz de lhe ter exigido que "alinhasse" o seu jornal da tarde pelo jornal de sexta-feira, de Manuela Moura Guedes, ordem que o levou a sair da estação.

"No dia 14 de Novembro de 2008 o então director-geral da TVI disse-me: 'O Jornal Nacional de sexta-feira lança os temas e vocês têm que os seguir'", recordou esta sexta-feira, Paulo Simão, 38 anos, ex-editor do Jornal da Tarde da TVI e de outros telejornais, nomeadamente os de fim-de-semana.

"Pediram-me para alinhar o jornal que editava com o Jornal de sexta-feira, com o qual não concordava, porque envergonha o jornalismo. Reflecti e tentei perceber se conseguia continuar a exercer a minha função editorial com liberdade – mas aquilo era demais e ainda não era o jornal das grandes polémicas em que se tornou mais tarde", disse Paulo Simão.

O ex-jornalista, com 14 anos alternados na TVI, abandonou a estação no dia 09 de Janeiro deste ano e, actualmente, encontra-se a trabalhar como director de comunicação de uma empresa privada.

"Eu acho que ser subserviente ao poder é tão grave quanto lançar uma campanha", disse Paulo Simão, que deixou palavras críticas para os jornalistas que "dizem que não se identificam com o Jornal da Sexta mas que admitem que este exista".

 

Hummmmm

 

publicado por ruadabarca às 02:40 | link do post | comentar | favorito

videos.sapo.pt/FyGmmgNmYpOgCvbb2wkK

 

 

 

E já alguém perguntou ao Bastonário Marinho Pinto se tem amigos em Espanha?

publicado por ruadabarca às 02:18 | link do post | comentar | favorito
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